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Lembrete para mães livres

3.5.2017

 

 

A maternidade exige  trabalho duro. É o único trabalho onde você é insubstituível e ainda assim sente que não é a pessoa ideal para o "cargo". É o único trabalho que dura 24 horas, afinal, ninguém deixa de ser mãe enquanto trabalha fora e ninguém deixa "a pasta" filho do lado de fora da sala enquanto estuda. Trabalho realmente em período integral e ainda assim você acha que não é suficiente.

 

Num dia você se sente impotente mediante o resultado do teste de gravidez ou do exame de ultrassom. No outro você se sente incapaz ao ter nos braços um bebezinho tão frágil e dependente. Depois se sente desqualificada durante uma discussão com a criança de 6 anos (e depois com outra de 16 também!). No outro você se sente inadequada para nutrir um adolescente em todas as suas necessidades e questionamentos, sobretudo quando se dá conta de que você está ajudando a formar um homem (e não mais um menino).

 

Depois de um parágrafo cheio de menções às acusações que nós mesmas fazemos/sentimos/lamentamos, provavelmente você esteja esperando que agora vem a lista de qualidades e sobre o quanto somos poderosas, capazes, boas, qualificadas. Sinto desapontá-la, mas como uma mãe-amiga, quero ser bem transparente com você: por nós mesmas não somos nada.

 

A dor do parto não te torna poderosa, embora muito do que você passa te faz perceber que há uma força que você desconhecia. Ser chamada de mãe não te torna qualificada, embora você tenha conteúdo suficiente até para dar palestas sobre alguns assuntos. Ter um filho com qualquer que seja o diagnóstico, não te torna especial (se comparada às outras mães), embora você viva momentos bem intensos e diferenciados.

 

De mães esquecidas para mães livres

 

Toda mãe tem uma história de "esquecimento" para contar. Algumas engraçadas, outras nem tanto. Tem mãe que já esqueceu de levar o filho àquela consulta agendada com o médico que tem uma super fila de espera. Tem mãe que já esqueceu de buscar o filho na escola ou na festinha de aniversário. Tem mãe que já esqueceu de colocar sal na comida. Tem mãe que já esqueceu de tirar a fralda da noite pela manhã. Cada uma com suas "loucuras". Mas o fato é que há um esquecimento comum para todas as mães e eu estou aqui para lembrá-la: você não está sozinha!

 

Você foi criada por um Deus que sabe o que faz.

Você é aceita pelo mesmo Deus que conhece exatamente tudo o que passa em seu coração (e Ele continua te amando apesar disso).

Você é amada por quem você é e não pelo que você faz.

Você é a melhor mãe que seu filho poderia ter.

Seu filho foi confiado aos seus cuidados, não porque você é melhor ou pior que outra mãe, mas porque Deus está ao seu lado e vocês podem trabalhar juntos.

É através de você, com suas habilidades e imperfeições, que seu filho pode provar do amor de Deus e conhecer o que é graça e misericórdia.

 

Se a vida parece especialmente difícil, se há um diagnóstico na família, se está sozinha na criação dos filhos, se as circunstâncias são complicadas, mais do que dizer que "Deus não dá lutas maiores do que você possa enfrentar" ou "cargas mais pesadas do que você possa suportar" (que mãe nunca ouviu isso?), como se Deus saísse distribuindo dificuldades após te colocar em uma balança, eu quero lembrar que, independente do tipo de dificuldade ou desafio, Deus sempre está conosco, andando ao nosso lado. Quando não temos mais condições, Ele nos leva pela mão, nos dando forças e sabedoria para superar as situações mais difíceis e inseguras.

 

Querida mãe, livre-se do peso da cobrança, dos medos, dos julgamentos e das acusações, esses sim são fardos. Quando nos conscientizamos que a perfeição não nos pertence e portanto não iremos alcançá-la, ou ainda que não somos auto-suficientes e portanto não conseguiremos sozinhas, podemos ser livres dos fardos. Somos livres inclusive para nos alegrar com nossas próprias fraquezas, pois é através delas que o poder de Deus se manifesta em nós.

 

Você é amada, é conhecida, seu trabalho é apreciado, suas renúncias são valorizadas e você não está sozinha, mesmo quando é o único adulto na casa. Deleite-se na liberdade de ser quem você é, na beleza da maternidade que Deus planejou para sua vida e na graça em meio aos caos.

 

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Vamos tornar a maternidade livre para o que realmente importa.

 

 

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Alessandra Rigazzo

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